Após ver tantas coisas que foram mudadadas nas escrituras para fingir que estas falam coisas ruins sobre as mulheres, vamos ver algumas coisas boas reais que ainda estão lá para todos lerem, que louvam as mulheres.
"Na época védica as mulheres tinham a posição mais elevada. Manu, o ancestral criador de leis da humanidade que explicou a aplicação dos Vedas, disse no seu trabalho imortal, o Manusmrthi: “yathra naryanthu pujyante ramanthe thathra devataah”, que significa: os deuses moram onde as mulheres são tidas em alta estima." (Algumas pessoas dizem que Manu escreveu que as mulheres são menores ou até mesmo que elas devem apanhar! Como poderia ele ter dito isto quando ele diz que elas devem ser tidas em alta estima?). " Os próprios Vedas chamam as mulheres de shabdha putah yoshit yagniyaa ima (as mulheres são puras, sagradas e tão dignas de honra quanto os yagnas).”
O Rigveda MANTRA 8/1/6 diz: Oh! Deus, você é mais para mim do que meu pai e irmãos, mas é igual à minha mãe. Novamente, é dito, "mata nirmatri bhawati" i.e., as mãe tornam brilhante o futuro das crianças. O Rigveda mantra 8/34/19 diz, "ISTRI BRAHAMA BBHUVITHAH" i.e., a mulher é o próprio Brahma. Deus deu este título supremo à mulher.
Há tantos mantras védicos em que garotas e mulheres são louvadas.Os Vedas dizem que um homem não pode realizar nenhum sacramento ou ritual védico se ele se torna viúvo. Um homem pode realizar sacrifícios védicos apenas se ele tiver sua esposa a seu lado. Uma vez que ele perca a esposa, ele não tem mais direito de realizar sequer um "agnihOtram", dizem os Vedas... "patni-vatasyaagnihOtram bhavati".... Antigamente o marido normalmente seria ouvido se lamentando ao lado do corpo morto de sua esposa, "Oh você, mulher, se foi e levou consigo todos os meus direitos de sacrifícios védicos!”
http://rahulwrites.rediffiland.com/blogs/2008/10/18/Women-in-India-1.html
Saturday, October 10, 2009
Friday, October 9, 2009
scriptures praise women
After seeing so many things that were changed in the scriptures to pretend that they said bad things about women, let's see some real things that are still there for everyone to read, that praise women.
"During Vedic age women were given utmost position. Manu, the ancient law giver of mankind and who explained the application aspect of Vedas, says in his immortal work Manusmrthi “yathra naryanthu pujyante ramanthe thathra devataah” meaning Gods reside where women are held in high esteem." (Some people say that Manu wrote that women are low or even that he said they should be beaten! How could him have said that when he says they should be hel in high esteem?). "Vedas themselves call women as shabdha putah yoshit yagniyaa ima (women are pure, sacred and as honorable as yagnas be).”
Rigveda MANTRA 8/1/6 says that: O! God, you are more than to my father and brothers, but you are equal to my mother. Again it is said, "mata nirmatri bhawati" i.e., mother makes the future of the children bright. Rigveda mantra 8/34/19 says, "ISTRI BRAHAMA BBHUVITHAH" i.e., the woman is herself Brahma. The God has given this Supreme title to a woman.
There are so many Ved mantras where the girl and woman have been praised
The Vedas say that a man must not perform any Vedic sacraments or rituals if he becomes a widower. A man can perform Vedic sacrificesonly if he has his wife by his side. Once he loses a wife he has noright to perform even "agnihOtram", say the Vedas... "patni-vatasyaagnihOtram bhavati".... In the old days a husand would normally beheard wailing beside his wife's dead body, "Oh you woman, you havegone now and taken with you all my rights to vedic sacrifices!”
http://rahulwrites.rediffiland.com/blogs/2008/10/18/Women-in-India-1.html
"During Vedic age women were given utmost position. Manu, the ancient law giver of mankind and who explained the application aspect of Vedas, says in his immortal work Manusmrthi “yathra naryanthu pujyante ramanthe thathra devataah” meaning Gods reside where women are held in high esteem." (Some people say that Manu wrote that women are low or even that he said they should be beaten! How could him have said that when he says they should be hel in high esteem?). "Vedas themselves call women as shabdha putah yoshit yagniyaa ima (women are pure, sacred and as honorable as yagnas be).”
Rigveda MANTRA 8/1/6 says that: O! God, you are more than to my father and brothers, but you are equal to my mother. Again it is said, "mata nirmatri bhawati" i.e., mother makes the future of the children bright. Rigveda mantra 8/34/19 says, "ISTRI BRAHAMA BBHUVITHAH" i.e., the woman is herself Brahma. The God has given this Supreme title to a woman.
There are so many Ved mantras where the girl and woman have been praised
The Vedas say that a man must not perform any Vedic sacraments or rituals if he becomes a widower. A man can perform Vedic sacrificesonly if he has his wife by his side. Once he loses a wife he has noright to perform even "agnihOtram", say the Vedas... "patni-vatasyaagnihOtram bhavati".... In the old days a husand would normally beheard wailing beside his wife's dead body, "Oh you woman, you havegone now and taken with you all my rights to vedic sacrifices!”
http://rahulwrites.rediffiland.com/blogs/2008/10/18/Women-in-India-1.html
Saturday, October 3, 2009
poligamia
Há um website onde um homem chamado Kasem escreveu: Na época védica o costume da poligamia prevalecia. Cada esposa passava a maior parte do tempo tentando achar meios e formas de se tornar a preferida do seu marido. Referências claras são encontradas no Rig Veda 14/45 e Atharva Veda 3/81.
Resposta: Antes de copier versos de sites comunistas e missionários cristãos, Kasem deve entender que há apenas 10 capítulos no Rig Veda. Além disso, é interessante notar também que há apenas 31 hinos no cap. 5 do Atharva Veda…. Os quatro Vedas, assim, não apoiam a poligamia. No entanto, é verdade que o costume da poligamia prevalecia entre os Kshatriyas (guerreiros). Isto é devido ao fato que, por causa das casualidades da guerra, a população masculina de guerreiros era menos do que a feminina. Uma mulher que preferia um bravo guerreiro jamais se casaria com um comerciante ou um brahmana ou um trabalhador. Assim, a classe guerreira praticava a poligamia.E mesmo assim temos exemplos brilhantes como Sri Rama, Lakshmana e outros que se casaram com apenas uma mulher. A classe intelectual, mercantil e trabalhadora, na maioria das circunstâncias, praticava a monogamia. Vários sábios praticavam celibate por toda a vida para praticar Yoga.…na época védica, apenas os kshatriyas (guerreiros) praticavam a poligamia por um motivo válido sem nenhuma pressão imprópria sobre as mulheres. As mulheres kshatriyas escolhiam seus parceiros através de uma prática chamada ‘Swayamvara’ (swayam = escolha própria; vara = noivo)". Então, elas não era forçadas a aceitar divider seu marido com outras mulheres...
http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
Resposta: Antes de copier versos de sites comunistas e missionários cristãos, Kasem deve entender que há apenas 10 capítulos no Rig Veda. Além disso, é interessante notar também que há apenas 31 hinos no cap. 5 do Atharva Veda…. Os quatro Vedas, assim, não apoiam a poligamia. No entanto, é verdade que o costume da poligamia prevalecia entre os Kshatriyas (guerreiros). Isto é devido ao fato que, por causa das casualidades da guerra, a população masculina de guerreiros era menos do que a feminina. Uma mulher que preferia um bravo guerreiro jamais se casaria com um comerciante ou um brahmana ou um trabalhador. Assim, a classe guerreira praticava a poligamia.E mesmo assim temos exemplos brilhantes como Sri Rama, Lakshmana e outros que se casaram com apenas uma mulher. A classe intelectual, mercantil e trabalhadora, na maioria das circunstâncias, praticava a monogamia. Vários sábios praticavam celibate por toda a vida para praticar Yoga.…na época védica, apenas os kshatriyas (guerreiros) praticavam a poligamia por um motivo válido sem nenhuma pressão imprópria sobre as mulheres. As mulheres kshatriyas escolhiam seus parceiros através de uma prática chamada ‘Swayamvara’ (swayam = escolha própria; vara = noivo)". Então, elas não era forçadas a aceitar divider seu marido com outras mulheres...
http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
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polygamy
There's a website where a man called Kasem writes: In the Vedic age, the customs of polygamy was prevalent. Each wife spent most of the time devising ways and means to become favorite to her husband. Clear references are available in Rig Veda 14/45, and Atharva Veda 3/81.
Rebuttal: Before copying the verses from communist and Christian missionary websites, Kasem must understand that there are only 10 Chapters in Rig Veda. Further, it is also interesting to note that there are only 31 hymns in Chapter 3 of Atharva Veda….
The four Vedas as such do not support polygamy. However, it is true that the custom of polygamy was prevalent amongst the Kshatriyas (warriors). This is because of the fact that due to war casualties, the male population of warriors was numerically less than the population of their female counterparts. A woman who preferred a brave warrior would never marry a trader or a brahmana or a labor. Therefore, the warrior class practiced polygamy.
Even then we have glaring examples in Sri Rama, Lakshmana, and others who were married to only one woman. The intellectual class, the merchant class, and the labor class, in most circumstances, practiced monogamy. Many sages observed celibacy throughout their life to practice Yoga.
…in Vedic ages, only kshatriyas (warriors) practiced polygamy for a valid reason without any undue pressure on women. Kshatriya women chose their partners through a practice called ‘Swayamvara’ (swayam = self-choosing; vara = bridegroom)", ao they were not forced to accept to share a husband with other women...
http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
Rebuttal: Before copying the verses from communist and Christian missionary websites, Kasem must understand that there are only 10 Chapters in Rig Veda. Further, it is also interesting to note that there are only 31 hymns in Chapter 3 of Atharva Veda….
The four Vedas as such do not support polygamy. However, it is true that the custom of polygamy was prevalent amongst the Kshatriyas (warriors). This is because of the fact that due to war casualties, the male population of warriors was numerically less than the population of their female counterparts. A woman who preferred a brave warrior would never marry a trader or a brahmana or a labor. Therefore, the warrior class practiced polygamy.
Even then we have glaring examples in Sri Rama, Lakshmana, and others who were married to only one woman. The intellectual class, the merchant class, and the labor class, in most circumstances, practiced monogamy. Many sages observed celibacy throughout their life to practice Yoga.
…in Vedic ages, only kshatriyas (warriors) practiced polygamy for a valid reason without any undue pressure on women. Kshatriya women chose their partners through a practice called ‘Swayamvara’ (swayam = self-choosing; vara = bridegroom)", ao they were not forced to accept to share a husband with other women...
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Sunday, September 27, 2009
sacrifício de cavalo
Em um esforço para mostrar a cultura védica como uma cultura bárbara, os antigos indologistas criaram todos os tipos de coisas sem sentido. Aqui achamos mais uma delas descrita: “Após o animal ser purificado pelo sacerdote, a esposa principal dorme perto do cavalo e diz:“Oh Cavalo, eu extraio o sêmen para a conecpção e você solta o sêmen para a conecpção’” [Yajur Veda 23/20]O cavalo e a esposa principal abrem suas pernas. Então o Ardhvaryu (sacerdote) ordena que se cubra o lugar de oblação, levante o dossel etc. Após isto, a esposa principal do anfitrião puxa o pênis do cavalo e o coloca em sua vagina e diz: “Este cavalo deve liberar seu sêmen em mim.” [Yajur Veda 23/20]
Mas aqui está o verso em sânscrito e sua tradução, Yajur Veda 23/20:
tau ubhau chaturah padah samprasarayava swarga lokam prasuvava vrshavaaji raghu rathau dadati Yajur Veda 23/20
tau = we two ; ubhau = ambos ; chaturah = inteligentes ; padah = meio ; samprasarayava = alcançar ; swarga lokam = planeta celestial ; prasuvava = comandamos ; vrshavaaji = cavalo ; raghu = Senhor ; rathau = carruagens ; dadati = concede
Tradução: Ambos comandamos o inteligente cavalo como nosso meio de alcançar o paraíso (onde) o Senhor (nos) concede as carruagens.
O verdadeiro significado aqui é que, realizando o Ashwamedha yajna, a pessoa pode obter as bênçãos (chamadas carruagens) do Rei celestial, Indra.
Uma pergunta então se levanta sobre como terminologias tais como ‘sêmen’ e ‘concepção’ foram encaixada nestes manuscritos. Isto ocorreu graças ao odioso trabalho de antigos indologistas como William Jones, Max Mueller, e Pargiter. (…)
Deixe-me explicar como este verso do Yajurveda 23.20 foi destorcido para satisfazer as fantasias dos que o fabricaram. A palavra rathao (carruagens) foi substituída por retau, que significa ‘sêmen’. Depois, dadati (confere) foi substituída por dadhatu, que significa ‘insere’. Finalmente, raghu (Rei) foi estranhamente substituído por retaudha, que significa ‘concepção’. Mesmo no verso fabricado, deveria ser retaudheya e não retaudha para que a sentença fosse gramaticalmente correta. É assim que charlatões são pegos quando distorcem o significado dos versos.” *
Acho que a maioria dos “hindus” hoje em dia não gostariam de pensar que este tipo de sacrifício com o cavalo costumava acontecer conforme descrito por estes antigos indologistas. Isto também significa que eles não deveriam se orgulhar em manter estes sacrifícios vivos, já que eles não são verdadeiros. Por que então eles ficariam felizes em manter viva uma situação artificial tratando as mulheres como inferiors ou negando tantos direitos que elas sempre tiveram e não têm mais na sociedade indiana? As pessoas que negam o fato de que a mulher podia escolher seu próprio marido, que podiam estudar as escrituras e participar de yajnas, que podiam instruir seus maridos e governar seu lar e família, também devem defender a realização destes sacrifícios com os cavalos como descritos aqui no início, se não forem muito hipócritas.
http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
Mas aqui está o verso em sânscrito e sua tradução, Yajur Veda 23/20:
tau ubhau chaturah padah samprasarayava swarga lokam prasuvava vrshavaaji raghu rathau dadati Yajur Veda 23/20
tau = we two ; ubhau = ambos ; chaturah = inteligentes ; padah = meio ; samprasarayava = alcançar ; swarga lokam = planeta celestial ; prasuvava = comandamos ; vrshavaaji = cavalo ; raghu = Senhor ; rathau = carruagens ; dadati = concede
Tradução: Ambos comandamos o inteligente cavalo como nosso meio de alcançar o paraíso (onde) o Senhor (nos) concede as carruagens.
O verdadeiro significado aqui é que, realizando o Ashwamedha yajna, a pessoa pode obter as bênçãos (chamadas carruagens) do Rei celestial, Indra.
Uma pergunta então se levanta sobre como terminologias tais como ‘sêmen’ e ‘concepção’ foram encaixada nestes manuscritos. Isto ocorreu graças ao odioso trabalho de antigos indologistas como William Jones, Max Mueller, e Pargiter. (…)
Deixe-me explicar como este verso do Yajurveda 23.20 foi destorcido para satisfazer as fantasias dos que o fabricaram. A palavra rathao (carruagens) foi substituída por retau, que significa ‘sêmen’. Depois, dadati (confere) foi substituída por dadhatu, que significa ‘insere’. Finalmente, raghu (Rei) foi estranhamente substituído por retaudha, que significa ‘concepção’. Mesmo no verso fabricado, deveria ser retaudheya e não retaudha para que a sentença fosse gramaticalmente correta. É assim que charlatões são pegos quando distorcem o significado dos versos.” *
Acho que a maioria dos “hindus” hoje em dia não gostariam de pensar que este tipo de sacrifício com o cavalo costumava acontecer conforme descrito por estes antigos indologistas. Isto também significa que eles não deveriam se orgulhar em manter estes sacrifícios vivos, já que eles não são verdadeiros. Por que então eles ficariam felizes em manter viva uma situação artificial tratando as mulheres como inferiors ou negando tantos direitos que elas sempre tiveram e não têm mais na sociedade indiana? As pessoas que negam o fato de que a mulher podia escolher seu próprio marido, que podiam estudar as escrituras e participar de yajnas, que podiam instruir seus maridos e governar seu lar e família, também devem defender a realização destes sacrifícios com os cavalos como descritos aqui no início, se não forem muito hipócritas.
http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
Friday, September 25, 2009
In an effort to show vedic culture as a barbarian culture, the early indologists created all kinds of non sense. Here we can find one more of them described: “After the animal is purified by the priest, the principal wife sleeps near the horse and says:“O Horse, I extract the semen worth conception and you release the semen worth conception’” [Yajur Veda 23/20]The horse and principal wife spread two legs each. Then the Ardhvaryu (priest) orders to cover the oblation place, raise canopy etc. After this, the principal wife of the host pulls penis of the horse and puts it in her vagina and says: “This horse may release semen in me.” [Yajur Veda 23/20]
Rebuttal: Here is the Sanskrit verse and its translation for Yajur Veda 23/20
tau ubhau chaturah padah samprasarayava swarga lokam prasuvava vrshavaaji raghu rathau dadati Yajur Veda 23/20
tau = we two ; ubhau = both ; chaturah = intelligent ; padah = subject ; samprasarayava = reach out ; swarga lokam = heavenly planet ; prasuvava = command ; vrshavaaji = horse ; raghu = Lord ; rathau = chariots ; dadati = provides
Translation: We both command the intelligent horse as our subject to reach out for heaven (where) the Lord provides (us) the chariots.
The real meaning here is that by performing Ashwamedha yajna, one can get the blessings (written as chariots) of the heavenly King, Indra.
A question then arises on how terminologies such as ‘semen’ and ‘conception’ got embedded into the manuscripts. It was the heinous work of early Indologists, namely, William Jones, Max Mueller, and Pargiter. (…)
Let me explain how the verse in Yajurveda 23.20 is distorted to satisfy the whims and fancies of the fabricators. The word rathao (chariots) is replaced by retau, which means ‘semen’. Next, dadati (gives) is replaced by dadhatu, which means ‘insert’. Finally, raghu (King) is strangely replaced by retaudha, which means ‘conception’. Even in the fabricated verse, it should be retaudheya and not retaudha for the sentence to be grammatically correct. This is how charlatans get caught when they distort the meaning of the verses.” *
I think most part of “hindus” nowadays won’t like to think that this kind of sacrifice with the horse really used to happen as it was described by these early indologists. What also means they wouldn’t be proud of keeping these sacrifices alive, since they are not the true thing. Why then would they be happy to keep alive the artificial situation of treating women as inferior or denying so many rights they always had and they don’t have anymore in Indian society? People who deny facts like that women could choose their own husband, that they could study scriptures and take part in yajnas, that they could instruct their husbands and really rule over his home and family, also gotta defend the realization of these sacrifices with the horses as described in the beginning of this post then, if they are not too hypocritical.
http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
Rebuttal: Here is the Sanskrit verse and its translation for Yajur Veda 23/20
tau ubhau chaturah padah samprasarayava swarga lokam prasuvava vrshavaaji raghu rathau dadati Yajur Veda 23/20
tau = we two ; ubhau = both ; chaturah = intelligent ; padah = subject ; samprasarayava = reach out ; swarga lokam = heavenly planet ; prasuvava = command ; vrshavaaji = horse ; raghu = Lord ; rathau = chariots ; dadati = provides
Translation: We both command the intelligent horse as our subject to reach out for heaven (where) the Lord provides (us) the chariots.
The real meaning here is that by performing Ashwamedha yajna, one can get the blessings (written as chariots) of the heavenly King, Indra.
A question then arises on how terminologies such as ‘semen’ and ‘conception’ got embedded into the manuscripts. It was the heinous work of early Indologists, namely, William Jones, Max Mueller, and Pargiter. (…)
Let me explain how the verse in Yajurveda 23.20 is distorted to satisfy the whims and fancies of the fabricators. The word rathao (chariots) is replaced by retau, which means ‘semen’. Next, dadati (gives) is replaced by dadhatu, which means ‘insert’. Finally, raghu (King) is strangely replaced by retaudha, which means ‘conception’. Even in the fabricated verse, it should be retaudheya and not retaudha for the sentence to be grammatically correct. This is how charlatans get caught when they distort the meaning of the verses.” *
I think most part of “hindus” nowadays won’t like to think that this kind of sacrifice with the horse really used to happen as it was described by these early indologists. What also means they wouldn’t be proud of keeping these sacrifices alive, since they are not the true thing. Why then would they be happy to keep alive the artificial situation of treating women as inferior or denying so many rights they always had and they don’t have anymore in Indian society? People who deny facts like that women could choose their own husband, that they could study scriptures and take part in yajnas, that they could instruct their husbands and really rule over his home and family, also gotta defend the realization of these sacrifices with the horses as described in the beginning of this post then, if they are not too hypocritical.
http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
Monday, September 21, 2009
Continuando o assunto da última postagem, temos aqui algo mais sobre as mulheres nas escrituras..., "do ‘Yajur Ved (Taitriya Sanhita)- “O código das mulheres diz que elas não têm energia. Elas não devem receber divisões de propriedade. Mesmo com os maus elas falam de modo fraco” [Yajur Ved 6/5/8/2]"
"Este verso foi traduzido erroneamente para ir ao encontro das necessidades dos antigos indologistas. Para o benefício de todos os leitores, cito o verso original em sânscrito, sua tradução e o contexto do verso.
lokam ajigamsan te swargam lokam na prajanante etam patnivacham apashyan tam agrhanattato vai te swargam lokam prajananyat patnivacho grhyate swargasya lokasya prajnatyaisa somo natishtata stribhyo grhymanaste ghrtam vajram krtvaghnantasmaat striyo indriyaanigrahanti dayadaraah api paapaat pumsa upasthiraram lokam = mundo; ajigamsan = discerniu; te= eles ; swargam = paraíso; na = não ; prajanan = discerniu; te = elas ; etam = esta ; patni = esposa ; vacham = discurso ; apashyan = viu, discerniu ; tam = a ele; agrhanat = tomou ; tato = de lá ; vacho = fala; grhyate = sendo tomada; somo = a bebida drink; natishtata = não fica; stribhyo = mulher; grhya= segura; prajna = consciência; manas = mente; te = elas; ghrtam = ghee; vajram= raio; krtvaghnan= bate e usa; tasmaat = assim; indriyaanigrahanti = controle dos órgãos dos sentidos; daya= compassivo; aadara = respeitoso; api = também; paapat = com pecaminoso ; pumsa= homem; upa= com; asthiraram = desconfortável.
Tradução: (durante o Yajna) Eles não tinham visão do mundo; então, aferrando-se ao discurso de (sua) esposa, eles certamente passaram a perceber o mundo celestial. Então, para serem conscientes do paraíso, eles ainda meditam no discurso de sua esposa, mas (ao fazer isto) soma não podia ser contido por estas mulheres. (Para controlar)Eles a colocaram sobre o ghee para transformá-la em um parafuso e a usaram. Assim, as mulheres controlam os órgãos dos sentidos, são também compassivas e respeitosas, e não se sentem confortáveis com homens pecaminosos.
Vamos analisar o verso mais criticamente. Ele descreve a assistência dada pelas mulheres aos seus companheiros durante a execução de Yajna, usando soma, para ver outros sistemas planetários. Soma é uma bebida não-alcoólica obtida de um planta sagrada e usada durante a cerimônia de Yajna. As primeiras quatro linhas em todas as traduções já feitas, falam repetidamente sobre santos sendo ajudados por suas esposas a perceber o objeto de meditação durante o Yajna. Assim, espera-se que o último verso as glorifique por sua ajuda apesar das mulheres não poderem segurar soma.No entanto, em vários versos, vemos que após reconhecer a ajuda das mulheres durante o Yajna, a última linha as ridiculariza. Manuscritos preservados, conhecimento da gramática sânscrita e lógica podem ser usados para desmascarar tais afirmações.
Aqui está como antigos indologistas fabricaram a última linha do verso: tasmaat striyo nirindriya adayadhir api papat pumsa upasthiraram. Na última linha, indriya (sentidos) é substituído por nirindriya (sem sentidos), daya (compassiva) por adaya (sem compaixão) e aadara (respeitosa) por adhira (impudente). A coisa mais importante a se observar aqui é a gramática sânscrita para a palavra ‘paapaat’. Paapaat está no quinto caso (panchami), que significa ‘com pecaminoso’. Então, ‘paapat pumsa’ significa ‘com homem pecaminoso’. Isto é posteriormente reforçado pela presença da palavra upa, que significa com. Se reconstruirmos a última linha cuidadosamente, ela significará “Assim, as mulheres controlam os sentidos, são também compassivas e respeitosas , e não se sentem confortáveis COM HOMENS PECAMINOSOS”. Os indologistas, além de inserir palavras negativas, esqueceram de mudar a estrutura gramatical da sentença—paapat pumsa upaasthiraram. O sujeito da última sentence é tasmaat striyo (assim as mulheres são) e o predicado é paapat pumsa upasthiraram (desconfortáveis com homens pecaminosos). Os sábios estão, definitivamente, elogiando suas esposas na última sentença, descrevendo a natureza feminina– desconfortável com homens pecaminosos, compassiva e capaz de controlar os sentidos. Para os leitores, a crença de que soma confere atributos divinos, possibilitanto assim que percebam dimensões superiores, é questão de escolha, mas entender o contexto e a gramática do verso é extremamente importante.”
Infelizmente, ainda vemos muitos homens na Índia falando coisas ruins sobre a natureza feminina e, ainda pior, vemos mulheres também fazendo isto! Este tipo de mulher deveria falar apenas por si mesma, pois se elas são baixas isto não é devido à natureza feminina, já que a mesma é, de fato, glorificada pelas escrituras!
Pessoas inteligentes devem acordar e mudar sua mentalidade e comportamento após ver como as escrituras foram deturpadas. Aqueles que entendem isto mas não mudam seu comportamento e ainda tratam as mulheres como se estas fossem de “natureza inferior” são os hipócritas que preferem destruir sua cultura e ir contra as escrituras, de modo a manter sua confortável posição chauvinista. É claro que algumas pessoas de cabeça muito fechada continuarão com a mesma mentalidade... sempre há a verdade para aqueles que procuram a verdade. E sempre há a mentira para aqueles que querem a mentira...
(1) http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
"Este verso foi traduzido erroneamente para ir ao encontro das necessidades dos antigos indologistas. Para o benefício de todos os leitores, cito o verso original em sânscrito, sua tradução e o contexto do verso.
lokam ajigamsan te swargam lokam na prajanante etam patnivacham apashyan tam agrhanattato vai te swargam lokam prajananyat patnivacho grhyate swargasya lokasya prajnatyaisa somo natishtata stribhyo grhymanaste ghrtam vajram krtvaghnantasmaat striyo indriyaanigrahanti dayadaraah api paapaat pumsa upasthiraram lokam = mundo; ajigamsan = discerniu; te= eles ; swargam = paraíso; na = não ; prajanan = discerniu; te = elas ; etam = esta ; patni = esposa ; vacham = discurso ; apashyan = viu, discerniu ; tam = a ele; agrhanat = tomou ; tato = de lá ; vacho = fala; grhyate = sendo tomada; somo = a bebida drink; natishtata = não fica; stribhyo = mulher; grhya= segura; prajna = consciência; manas = mente; te = elas; ghrtam = ghee; vajram= raio; krtvaghnan= bate e usa; tasmaat = assim; indriyaanigrahanti = controle dos órgãos dos sentidos; daya= compassivo; aadara = respeitoso; api = também; paapat = com pecaminoso ; pumsa= homem; upa= com; asthiraram = desconfortável.
Tradução: (durante o Yajna) Eles não tinham visão do mundo; então, aferrando-se ao discurso de (sua) esposa, eles certamente passaram a perceber o mundo celestial. Então, para serem conscientes do paraíso, eles ainda meditam no discurso de sua esposa, mas (ao fazer isto) soma não podia ser contido por estas mulheres. (Para controlar)Eles a colocaram sobre o ghee para transformá-la em um parafuso e a usaram. Assim, as mulheres controlam os órgãos dos sentidos, são também compassivas e respeitosas, e não se sentem confortáveis com homens pecaminosos.
Vamos analisar o verso mais criticamente. Ele descreve a assistência dada pelas mulheres aos seus companheiros durante a execução de Yajna, usando soma, para ver outros sistemas planetários. Soma é uma bebida não-alcoólica obtida de um planta sagrada e usada durante a cerimônia de Yajna. As primeiras quatro linhas em todas as traduções já feitas, falam repetidamente sobre santos sendo ajudados por suas esposas a perceber o objeto de meditação durante o Yajna. Assim, espera-se que o último verso as glorifique por sua ajuda apesar das mulheres não poderem segurar soma.No entanto, em vários versos, vemos que após reconhecer a ajuda das mulheres durante o Yajna, a última linha as ridiculariza. Manuscritos preservados, conhecimento da gramática sânscrita e lógica podem ser usados para desmascarar tais afirmações.
Aqui está como antigos indologistas fabricaram a última linha do verso: tasmaat striyo nirindriya adayadhir api papat pumsa upasthiraram. Na última linha, indriya (sentidos) é substituído por nirindriya (sem sentidos), daya (compassiva) por adaya (sem compaixão) e aadara (respeitosa) por adhira (impudente). A coisa mais importante a se observar aqui é a gramática sânscrita para a palavra ‘paapaat’. Paapaat está no quinto caso (panchami), que significa ‘com pecaminoso’. Então, ‘paapat pumsa’ significa ‘com homem pecaminoso’. Isto é posteriormente reforçado pela presença da palavra upa, que significa com. Se reconstruirmos a última linha cuidadosamente, ela significará “Assim, as mulheres controlam os sentidos, são também compassivas e respeitosas , e não se sentem confortáveis COM HOMENS PECAMINOSOS”. Os indologistas, além de inserir palavras negativas, esqueceram de mudar a estrutura gramatical da sentença—paapat pumsa upaasthiraram. O sujeito da última sentence é tasmaat striyo (assim as mulheres são) e o predicado é paapat pumsa upasthiraram (desconfortáveis com homens pecaminosos). Os sábios estão, definitivamente, elogiando suas esposas na última sentença, descrevendo a natureza feminina– desconfortável com homens pecaminosos, compassiva e capaz de controlar os sentidos. Para os leitores, a crença de que soma confere atributos divinos, possibilitanto assim que percebam dimensões superiores, é questão de escolha, mas entender o contexto e a gramática do verso é extremamente importante.”
Infelizmente, ainda vemos muitos homens na Índia falando coisas ruins sobre a natureza feminina e, ainda pior, vemos mulheres também fazendo isto! Este tipo de mulher deveria falar apenas por si mesma, pois se elas são baixas isto não é devido à natureza feminina, já que a mesma é, de fato, glorificada pelas escrituras!
Pessoas inteligentes devem acordar e mudar sua mentalidade e comportamento após ver como as escrituras foram deturpadas. Aqueles que entendem isto mas não mudam seu comportamento e ainda tratam as mulheres como se estas fossem de “natureza inferior” são os hipócritas que preferem destruir sua cultura e ir contra as escrituras, de modo a manter sua confortável posição chauvinista. É claro que algumas pessoas de cabeça muito fechada continuarão com a mesma mentalidade... sempre há a verdade para aqueles que procuram a verdade. E sempre há a mentira para aqueles que querem a mentira...
(1) http://www.hindujagruti.org/news/6411.html
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