One more story from Satya's blog:
In the Ramayana, after Sita has been abducted, Rama and Lakshmana search for Sugriva, the monkey King, to help them and are directed to the banks of Lake Pampa.
The ascetics of the hermitage who lived there had passed away but there still lived one who served them, a mendicant woman named Shabari. Rama addressed her and said: 'Have you overcome all obstacles to asceticism, O One of gentle speech? Do your austerities increase daily? Have you subdued your anger and your need for food? O Solitary One, have you observed your vows and attained inner tranquillity? Has your attendance on your Guru borne fruit?'
The virtuous Shabari, revered by the gods, extremely aged, offered Him homage and said: 'Blessed by your presence, I have acquired perfection and my asceticism is crowned. Today my birth has borne fruit and the service of my Gurus has been fully honored. Today my pious practices have found fulfillment. O Foremost of Men, Greatest of the Celestials, worshipping you, I shall attain the heavenly realm from which no one returns.' . . .
She gave them a tour of the hermitage, showing them the wonders of the ashrama and then asked if she could take her leave. Rama experienced great delight and exclaimed: 'Wonderful it is!'
Thereafter, addressing Shabari of ascetic practices, he said: 'O Holy One, I have been fully honored by you; now go where you will and be happy.' Having received permission from Rama to depart, Shabari, wearing matted locks, robes of bark and a black antelope skin, cast herself into the fire, thereafter rising into the air like a bright flame. (Shastri, v. 2, pp. 154-158)
Monday, November 29, 2010
Saturday, November 13, 2010
continuando...
Solabha, outra asceta do Mahabharata, era a filha do Rsi Pradhana. Nos sacrifícios dos seus ancestrais, Indra costumava vir com Drona e outros. Nenhum marido apropriado foi encontrado para ela e, então, ela vagou pela Terra sozinha, observando as práticas do ascetismo. Bhishma relacionou esta história no Mahabharata com o Rei Janaka (o pai de Sita devi) e a mendicante Sulabha. Através de seu poder ióguico, Sulabha assumiu uma bela forma e foi instantaneamente para Mithila e, com a desculpa de pedir caridade, se apresentou perante o rei, que estava cercado por ministros e eruditos. Através da yoga, ela entrou na consciência do rei. Eles conversaram sobre liberação, Samkhya e yoga. É dito que ela passou esta noite em sua presença como uma mendicante em uma casa vazia. (S. Sorensen, p. 657)
continuing...
Solabha, another ascetic of the Mahabharata, was the daughter of Rsi Pradhana. In the sacrifices of her ancestors, Indra used to come with Drona and others. No suitable husband could be obtained for her, and so she wandered over the earth alone, observing the practices of asceticism. Bhishma related this story in the Mahabharata between King Janaka (the father of Sita devi) and the female mendicant Sulabha. By her yogic power, Sulabha assumed a beautiful form and instantly went to Mithila, and, on pretense of begging alms, presented herself before the King, who was surrounded by his ministers and learned scholars. By yoga, she entered the king's consciousness. They conversed upon emancipation, Sankhya, and yoga. It is said that she dwelt this one night in his person like a mendicant in an empty house. (S. Sorensen, p. 657)
Tuesday, October 19, 2010
parte III
Então tem a história de Vedavati no Ramayana. Na Floresta do Himalaya, Ravana viu uma jovem, radiante como uma deusa, vestindo uma pele de antílope negra e cabelos emaranhados, vivendo como uma asceta. Vendo a jovem e adorável garota que havia se rendido à prática de austeridades, ele foi tomado pelo desejo e lhe perguntou por que ela adotara uma vida de mortificações que não convinham à sua idade.
A jovem, radiante com sua beleza e rica em práticas de austeridade, tendo lhe oferecido a hospitalidade tradicional, respondeu que muitos se aproximaram de seu pai para lhe pedir a mão, mas seu pai escolheu Vishnu como seu marido e não permitiria que ela se casasse com mais ninguém. Ela estava se submetendo a tais mortificações severas para realizar seu desejo.
Ravana tentou dissuadí-la de sua decisão e a convidou para ser sua consorte em Lanka, desprezando Vishnu. Vedavati se ofendeu e Ravana agarrou seu cabelo. Indignada, Vedavati cortou seu cabelo com a mão, a qual se transformara em uma espada. Queimando de ira, ela ateou um fogo para desistir de sua vida e disse, antes de partir: 'contaminada pelo contato com você, ignóbil Rakshasa, não desejo viver e devo me jogar no fogo perante seus olhos. Como você me afrontou na floresta, eu devo renascer para a sua destruição. Não é possível para uma mulher acabar com um homem mal e, se eu o amaldiçoar, minhas atividades piedosas serão anuladas; se, no entanto, eu jamais tiver dado algo em caridade ou oferecido qualquer sacrifício, que eu tenha um nascimento imaculado e que eu seja a filha nobre de um homem virtuoso.'
Falando assim, ela se jogou no fogo que ela ateara e, imediatamente, uma chuva de flores caiu sobre a floresta.
Vedavati é a filha de Janaka e a consorte de Rama. Primeiro ela nasceu como Vedavati e, então, renasceu na família do magnânimo Janaka como Sita, para a destruição de Ravana. (Shastri, v. 3, 420-422)
A jovem, radiante com sua beleza e rica em práticas de austeridade, tendo lhe oferecido a hospitalidade tradicional, respondeu que muitos se aproximaram de seu pai para lhe pedir a mão, mas seu pai escolheu Vishnu como seu marido e não permitiria que ela se casasse com mais ninguém. Ela estava se submetendo a tais mortificações severas para realizar seu desejo.
Ravana tentou dissuadí-la de sua decisão e a convidou para ser sua consorte em Lanka, desprezando Vishnu. Vedavati se ofendeu e Ravana agarrou seu cabelo. Indignada, Vedavati cortou seu cabelo com a mão, a qual se transformara em uma espada. Queimando de ira, ela ateou um fogo para desistir de sua vida e disse, antes de partir: 'contaminada pelo contato com você, ignóbil Rakshasa, não desejo viver e devo me jogar no fogo perante seus olhos. Como você me afrontou na floresta, eu devo renascer para a sua destruição. Não é possível para uma mulher acabar com um homem mal e, se eu o amaldiçoar, minhas atividades piedosas serão anuladas; se, no entanto, eu jamais tiver dado algo em caridade ou oferecido qualquer sacrifício, que eu tenha um nascimento imaculado e que eu seja a filha nobre de um homem virtuoso.'
Falando assim, ela se jogou no fogo que ela ateara e, imediatamente, uma chuva de flores caiu sobre a floresta.
Vedavati é a filha de Janaka e a consorte de Rama. Primeiro ela nasceu como Vedavati e, então, renasceu na família do magnânimo Janaka como Sita, para a destruição de Ravana. (Shastri, v. 3, 420-422)
part III
Then there’s the story of Vedavati of the Ramayana. In the Himalayan Forest, Ravana beheld a young girl, radiant as a goddess, wearing a black antelope skin and matted locks, leading the life of an ascetic. Seeing the youthful and lovely girl who was given over to austere practices, he was overcome by desire and inquired of her why she had adopted a life of mortifications ill fitted to her years.
The young girl, radiant with beauty and rich in ascetic practices, having offered him the traditional hospitality, replied that many had approached her father for her hand but her father had chosen Vishnu to be her husband and would not permit her to marry any other. She was undergoing these severe mortifications to fulfill his will.
Ravana tried to dissuade her from her resolve and invited her to be his consort in Lanka, slighting Vishnu in the process. Vedavati was offended and Ravana seized hold of her hair. In indignation, Vedavati cut off her hair with her hand, which had been transformed, into a sword. Burning with anger she kindled a fire to give up her life and said before she left, 'Soiled by your contact, O Vile Rakshasa, I do not desire to live and shall throw myself into the fire before your eyes. Since you have affronted me in the forest, I shall be reborn for your destruction. It is not possible for a woman to slay an evil man and, if I curse you, my penances will be rendered void; if however, I have ever given anything in charity or offered any sacrifice, may I be of immaculate birth and the noble daughter of a virtuous man.'
So speaking, she threw herself into the fire that she had ignited, and straightway a rain of flowers fell.
Vedavati is the daughter of Janaka and the consort of Rama. First she was born as Vedavati and then she was reborn in the family of the magnanimous Janaka as Sita for the destruction of Ravana. (Shastri, v. 3, 420-422)
The young girl, radiant with beauty and rich in ascetic practices, having offered him the traditional hospitality, replied that many had approached her father for her hand but her father had chosen Vishnu to be her husband and would not permit her to marry any other. She was undergoing these severe mortifications to fulfill his will.
Ravana tried to dissuade her from her resolve and invited her to be his consort in Lanka, slighting Vishnu in the process. Vedavati was offended and Ravana seized hold of her hair. In indignation, Vedavati cut off her hair with her hand, which had been transformed, into a sword. Burning with anger she kindled a fire to give up her life and said before she left, 'Soiled by your contact, O Vile Rakshasa, I do not desire to live and shall throw myself into the fire before your eyes. Since you have affronted me in the forest, I shall be reborn for your destruction. It is not possible for a woman to slay an evil man and, if I curse you, my penances will be rendered void; if however, I have ever given anything in charity or offered any sacrifice, may I be of immaculate birth and the noble daughter of a virtuous man.'
So speaking, she threw herself into the fire that she had ignited, and straightway a rain of flowers fell.
Vedavati is the daughter of Janaka and the consort of Rama. First she was born as Vedavati and then she was reborn in the family of the magnanimous Janaka as Sita for the destruction of Ravana. (Shastri, v. 3, 420-422)
Saturday, October 9, 2010
continuando...
No Ramayana, temos Somada, a filha virgem da ninfa Urmila. Em um ashrama, Somada cuidou e assistiu ao muni Chuli. Ela serviu ao grande sábio por um longo tempo com indesviável fé e devoção. Seu Guru ficou muito satisfeito com ela e se ofereceu para satisfazer alguns de seus desejos. Ela respondeu, 'Oh rei dos reis, eu desejo ter um filho, resplandecente com poder divino, um adorador de Deus e devotado ao dharma. Eu não tenho marido, nem desejo ser esposa de ninguém, já que sou uma brahmacharini; assim, pelo poder de sua Yoga, dê-me um filho produzido pela força do seu pensamento.' O sábio divino ficou satisfeito em ouvir estas palavras e lhe deu um filho chamado Brahmadatta, pelo poder de sua mente. Brahmadatta se tornou rei de Kampila e era tão próspero quanto Indra no céu. (Shastri, v. 1, p. 70)
continuing...
In the Ramayana, we have Somada, the virgin daughter of the nymph Urmila. In an ashrama, Somada cared for and ministered to the muni Chuli. She attended the great sage for a long time with undeviating faith and devotion. Her Guru was very pleased with her and offered to fulfill some desire of hers. She responded, 'O King of Kings, I desire to bear a son, resplendent with divine power, a worshiper of God and devoted to dharma. I have no husband, nor do I wish to be the wife of any, as I am a brahmacharini; therefore, by virtue of your Yoga, grant me a son produced by the power of your thought.' The divine sage was pleased to hear these words and granted her a son named Brahmadatta, by the power of her mind. Brahmadatta became King of Kampila and was as prosperous as Indra in heaven. (Shastri, v. 1, p. 70)
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